Quando recebi o texto encaminhado pelo professor Meira lembrei-me logo de nosso ilustre colega Alemão, pois por mais que passe muitos anos sua celebre pergunta será sempre lembrada...
Leian a cronica da PIAUÍ e alem dele virão a tona muitos outros Loucos de Palestra: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao_49/artigo_1427/O_louco_de_palestra.aspx
Mas quem vai esquecer do "O Senhor está falando de sexo?"
terça-feira, 9 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Fecha-se o ciclo em que o vencedor foi Lula
via Luis Nassif Online de luisnassif em 01/11/10
É das mais instigantes a entrevista de André Singer ao Valor, sobre o novo momento político. Ele identifica uma mudança estrutural, com o realinhamento das bases sociais, a classe média indo maciçamente para o PSDB e as bases populares para o PT, movimento que deverá perdurar por décadas, segundo Singer.
Não sei até que ponto a classe média um dia chegou a ser PT. Talvez Singer tenha se influenciado pelo ambiente em que freqüenta, de classe média mais intelectualizada. Havia, de fato, em São Paulo uma classe média e classe alta intelectualizada com pendores de esquerda. Mas nunca chegou a ser numericamente expressiva.
Mesmo assim, esses setores migraram para um anti-petismo radical. No mapa das eleições, via-se Serra com 70% dos votos de bairros tão díspares como Vila Maria e Higienópolis.
Não se pode dizer que a classe média tenha sido beneficiada por sucessivos governos, desde FHC. Foi penalizada com tributação excessiva, deterioração dos serviços públicos, estagnação do mercado de trabalho até alguns anos atrás.
Mas a explicação mais satisfatória para essa radicalização é a resistência à ascensão das novas classes sociais, como bem pontua Singer e como bem colocou Lula em sua coletiva de ontem.
É como se todos os preconceitos e intolerâncias saíssem do armário no qual foram guardados das diretas para cá. Perdeu-se o pudor em relação ao preconceito contra nordestinos, negros e pobres e às minorias em geral, esse "povinho que está invadindo as lojas, com as transferências sociais, as universidades, com o Prouni e as cotas.
Esse sentimento foi alimentado nos últimos anos por comentaristas de televisão, pela velha mídia, como que querendo parar o rumo das águas com uma peneira. E se constituiu na última bóia para políticos que perderam a batalha da sua geração, especialmente Fernando Henrique Cardoso e José Serra.
Diferença de modelo
O ciclo que se encerra agora começou com a resistência democrática dos anos 70, acentuou-se nos anos 80 com as diretas e com o movimento de reerguimento da sociedade civil.
Singer lembra outro dado para mostrar a relevância dos anos 80: o intenso movimento social, a eclosão de greves e outros sinais de vitalidade da sociedade civil, que permitiram a aprovação de uma constituição moderna e inclusiva.
No rastro dessa movimentação, nascem o PSDB e o PT com projetos até certo ponto semelhantes, com bandeiras sociais, propostas modernizantes, um de centro-esquerda, outro de esquerda.
Com o governo FHC as diferenças começam a aparecer. Internamente, no PSDB, assumem o comando os mercadistas, em detrimento do grupo mais desenvovimentista.
FHC demonstra total incapacidade ou sensibilidade para entender processos de construção nacional. Mas não apenas ele. Mesmo entre desenvolvimentistas havia ampla insensibilidade em relação aos processos de construção social, a criação de redes sociais e econômicas entre setores da sociedade, pequenas empresas, cadeias produtivas, movimentos sociais.
É aí que se dá a diferença fundamental de modelo.
No século 19, os Estados Unidos lograram criar uma sociedade de consumo de massas – no mesmo processo ensaiado agora no Brasil. Mas, ao aumento da massa consumidora correspondeu também uma febre de criação de organizações sociais, de voluntariado, de participação ativa dos cidadãos na vida dos seus municípios e das suas comunidades, independentemente da disputa partidária.
O PSDB ignorou solenemente esse fenômeno. Em meu livro "Os Cabeças de Planilha" publico longa entrevista com FHC, apontando esses diversos fatores que estavam no cerne das mudanças que o país experimentaria nos anos seguintes, como as políticas sociais, o papel das micro empresas.
Suas respostas às questões foram desoladoras. O único modelo de país que entendia era o de grandes empresas, sob orientação de novos empreendedores (os banqueiros de investimentos) modernizando a economia e trazendo atrás de si, automaticamente, os novos agentes econômicos, a nova organização social.
Era um míope escondendo a falta de visão atrás de citações supostamente eruditas.
Lula compreendeu perfeitamente os novos tempos. Entendeu que não se construiria um grande país sem povo. Enquanto Palocci, Dirceu e Meirelles tratavam de acalmar mercado e grandes empresas, Rossetto, Patrus e as secretarias sociais colocam em marcha políticas sociais que mudariam a face do país.
E aí se entra em um campo dos mais relevantes: a tecnologia social, a compreensão sobre o universo de dificuldades da agricultura familiar, dos miseráveis.
É nesse momento que ficaram claras as diferenças entre o projeto do PSDB e do PT. Nem que desfraldasse bandeiras de promoção social o PSDB conseguiria implementá-las pela falta de base social.
Nesses anos todos, esse know-how era apenas dos movimentos de base da Igreja Católica, do MST e outras organizações que trabalhavam o mundo rural, da ampla gama de movimentos sociais que se abrigaram debaixo do guarda-chuva do PT.
Essa tecnologia social é um dos ativos mais preciosos do país e de qualquer sociedade em desenvolvimento. É ela que permite modelos que avançam além do mero assistencialismo. De nada adiantariam os financiamentos para o programa do biodiesel, os apoios fiscais e creditícios, se na ponta não houvesse especialistas para organizar os pequenos agricultores.
De nada adiantariam as verbas orçamentárias se o Bolsa Família não trouxesse modelos de coordenação e implementação. Aliás, com uma falta de dogmatismo tal que incorporou um elemento caro aos liberais: o direito do pobre escolher no que gastar o dinheiro.
Os derrotados
Os anos 80 e 90 foram riquíssimos para o aparecimento de novos conceitos, novas ideias. As sementes plantadas no período foram se transformando em plantas, crescendo, criando possibilidades para os novos transformadores trabalharem em cima de possibilidades nunca antes imaginadas.
FHC foi incapaz de entender o momento, Lula entendeu. Essa a diferença.
Muito se fala sobre o papel do estadista, o que leva pessoas a identificar os caminhos acertados e criar as condições políticas adequadas.
Nos últimos três anos tivemos possibilidade de acompanhar ao vivo e em cores esse processo. Não se pende que o Lula que assumiu o governo em 2002 tivesse o mesmo grau de conhecimento do Lula que deixa o governo consagrado.
O estadista é fundamentalmente um intuitivo. Trabalha em cima das circunstâncias. Mas não basta saber se equilibrar. Tem que possuir a intuição sobre os processos básicos, os princípios que constroem civilizações.
Provavelmente Lula não tinha idéia dos desdobramentos econômicos dos seus programas sociais. O que o movia era a solidariedade com seu povo, algo inimaginável para o internacionalismo frio e distante de FHC.
Tinha claro, sim, a maneira como o potencial das pessoas é desperdiçado quando não lhes são oferecidas condições básicas para evoluir. Ele é o exemplo máximo. Seu complexo permanente com a falta de oportunidades de se instruir formalmente se transformou no principal aríete de sua conduta. A cada dia precisava provar a si e a terceiros que conseguiria recuperar o tempo perdido quando teve que trocar a possibilidade de aprimoramento no estudo pela luta incessante pela sobrevivência.
Foi essa confiança no homem, no seu potencial, foi por se ver em cada miserável do país, que Lula avançou nas políticas sociais. E à medida que avançava ia se dando conta de que o verdadeiro desenvolvimento só seria possível com a inclusão e a promoção social.
FHC e Lula começaram juntos a caminhada, cada qual ao seu estilo Chega-se agora ao final do ciclo com Lula se consagrando como um dos grandes estadistas da história. E FHC explorando o lado obscuro das transformações: os conflitos, os preconceitos inerentes a essas grandes mudanças
Agora, o grande desafio não é a mais quem conquistará o poder. Nesse ciclo, a vitória é do modelo Lula. O desafio será quem conduzirá a oposição.
De um lado, tem-se um jovem senador que conseguiu definir um modelo de gestão para seu Estado, propor a discussão em torno de pontos programáticos e de formas de governar o país. Do outro, o eixo FHC-Serra promovendo o preconceito, o discurso negativo, o racha.
Não serão nem FHC nem Serra os protagonistas dos novos tempos. Será a nova geração, de Aécio Neves, Eduardo Campos, Cabral.
É das mais instigantes a entrevista de André Singer ao Valor, sobre o novo momento político. Ele identifica uma mudança estrutural, com o realinhamento das bases sociais, a classe média indo maciçamente para o PSDB e as bases populares para o PT, movimento que deverá perdurar por décadas, segundo Singer.
Não sei até que ponto a classe média um dia chegou a ser PT. Talvez Singer tenha se influenciado pelo ambiente em que freqüenta, de classe média mais intelectualizada. Havia, de fato, em São Paulo uma classe média e classe alta intelectualizada com pendores de esquerda. Mas nunca chegou a ser numericamente expressiva.
Mesmo assim, esses setores migraram para um anti-petismo radical. No mapa das eleições, via-se Serra com 70% dos votos de bairros tão díspares como Vila Maria e Higienópolis.
Não se pode dizer que a classe média tenha sido beneficiada por sucessivos governos, desde FHC. Foi penalizada com tributação excessiva, deterioração dos serviços públicos, estagnação do mercado de trabalho até alguns anos atrás.
Mas a explicação mais satisfatória para essa radicalização é a resistência à ascensão das novas classes sociais, como bem pontua Singer e como bem colocou Lula em sua coletiva de ontem.
É como se todos os preconceitos e intolerâncias saíssem do armário no qual foram guardados das diretas para cá. Perdeu-se o pudor em relação ao preconceito contra nordestinos, negros e pobres e às minorias em geral, esse "povinho que está invadindo as lojas, com as transferências sociais, as universidades, com o Prouni e as cotas.
Esse sentimento foi alimentado nos últimos anos por comentaristas de televisão, pela velha mídia, como que querendo parar o rumo das águas com uma peneira. E se constituiu na última bóia para políticos que perderam a batalha da sua geração, especialmente Fernando Henrique Cardoso e José Serra.
Diferença de modelo
O ciclo que se encerra agora começou com a resistência democrática dos anos 70, acentuou-se nos anos 80 com as diretas e com o movimento de reerguimento da sociedade civil.
Singer lembra outro dado para mostrar a relevância dos anos 80: o intenso movimento social, a eclosão de greves e outros sinais de vitalidade da sociedade civil, que permitiram a aprovação de uma constituição moderna e inclusiva.
No rastro dessa movimentação, nascem o PSDB e o PT com projetos até certo ponto semelhantes, com bandeiras sociais, propostas modernizantes, um de centro-esquerda, outro de esquerda.
Com o governo FHC as diferenças começam a aparecer. Internamente, no PSDB, assumem o comando os mercadistas, em detrimento do grupo mais desenvovimentista.
FHC demonstra total incapacidade ou sensibilidade para entender processos de construção nacional. Mas não apenas ele. Mesmo entre desenvolvimentistas havia ampla insensibilidade em relação aos processos de construção social, a criação de redes sociais e econômicas entre setores da sociedade, pequenas empresas, cadeias produtivas, movimentos sociais.
É aí que se dá a diferença fundamental de modelo.
No século 19, os Estados Unidos lograram criar uma sociedade de consumo de massas – no mesmo processo ensaiado agora no Brasil. Mas, ao aumento da massa consumidora correspondeu também uma febre de criação de organizações sociais, de voluntariado, de participação ativa dos cidadãos na vida dos seus municípios e das suas comunidades, independentemente da disputa partidária.
O PSDB ignorou solenemente esse fenômeno. Em meu livro "Os Cabeças de Planilha" publico longa entrevista com FHC, apontando esses diversos fatores que estavam no cerne das mudanças que o país experimentaria nos anos seguintes, como as políticas sociais, o papel das micro empresas.
Suas respostas às questões foram desoladoras. O único modelo de país que entendia era o de grandes empresas, sob orientação de novos empreendedores (os banqueiros de investimentos) modernizando a economia e trazendo atrás de si, automaticamente, os novos agentes econômicos, a nova organização social.
Era um míope escondendo a falta de visão atrás de citações supostamente eruditas.
Lula compreendeu perfeitamente os novos tempos. Entendeu que não se construiria um grande país sem povo. Enquanto Palocci, Dirceu e Meirelles tratavam de acalmar mercado e grandes empresas, Rossetto, Patrus e as secretarias sociais colocam em marcha políticas sociais que mudariam a face do país.
E aí se entra em um campo dos mais relevantes: a tecnologia social, a compreensão sobre o universo de dificuldades da agricultura familiar, dos miseráveis.
É nesse momento que ficaram claras as diferenças entre o projeto do PSDB e do PT. Nem que desfraldasse bandeiras de promoção social o PSDB conseguiria implementá-las pela falta de base social.
Nesses anos todos, esse know-how era apenas dos movimentos de base da Igreja Católica, do MST e outras organizações que trabalhavam o mundo rural, da ampla gama de movimentos sociais que se abrigaram debaixo do guarda-chuva do PT.
Essa tecnologia social é um dos ativos mais preciosos do país e de qualquer sociedade em desenvolvimento. É ela que permite modelos que avançam além do mero assistencialismo. De nada adiantariam os financiamentos para o programa do biodiesel, os apoios fiscais e creditícios, se na ponta não houvesse especialistas para organizar os pequenos agricultores.
De nada adiantariam as verbas orçamentárias se o Bolsa Família não trouxesse modelos de coordenação e implementação. Aliás, com uma falta de dogmatismo tal que incorporou um elemento caro aos liberais: o direito do pobre escolher no que gastar o dinheiro.
Os derrotados
Os anos 80 e 90 foram riquíssimos para o aparecimento de novos conceitos, novas ideias. As sementes plantadas no período foram se transformando em plantas, crescendo, criando possibilidades para os novos transformadores trabalharem em cima de possibilidades nunca antes imaginadas.
FHC foi incapaz de entender o momento, Lula entendeu. Essa a diferença.
Muito se fala sobre o papel do estadista, o que leva pessoas a identificar os caminhos acertados e criar as condições políticas adequadas.
Nos últimos três anos tivemos possibilidade de acompanhar ao vivo e em cores esse processo. Não se pende que o Lula que assumiu o governo em 2002 tivesse o mesmo grau de conhecimento do Lula que deixa o governo consagrado.
O estadista é fundamentalmente um intuitivo. Trabalha em cima das circunstâncias. Mas não basta saber se equilibrar. Tem que possuir a intuição sobre os processos básicos, os princípios que constroem civilizações.
Provavelmente Lula não tinha idéia dos desdobramentos econômicos dos seus programas sociais. O que o movia era a solidariedade com seu povo, algo inimaginável para o internacionalismo frio e distante de FHC.
Tinha claro, sim, a maneira como o potencial das pessoas é desperdiçado quando não lhes são oferecidas condições básicas para evoluir. Ele é o exemplo máximo. Seu complexo permanente com a falta de oportunidades de se instruir formalmente se transformou no principal aríete de sua conduta. A cada dia precisava provar a si e a terceiros que conseguiria recuperar o tempo perdido quando teve que trocar a possibilidade de aprimoramento no estudo pela luta incessante pela sobrevivência.
Foi essa confiança no homem, no seu potencial, foi por se ver em cada miserável do país, que Lula avançou nas políticas sociais. E à medida que avançava ia se dando conta de que o verdadeiro desenvolvimento só seria possível com a inclusão e a promoção social.
FHC e Lula começaram juntos a caminhada, cada qual ao seu estilo Chega-se agora ao final do ciclo com Lula se consagrando como um dos grandes estadistas da história. E FHC explorando o lado obscuro das transformações: os conflitos, os preconceitos inerentes a essas grandes mudanças
Agora, o grande desafio não é a mais quem conquistará o poder. Nesse ciclo, a vitória é do modelo Lula. O desafio será quem conduzirá a oposição.
De um lado, tem-se um jovem senador que conseguiu definir um modelo de gestão para seu Estado, propor a discussão em torno de pontos programáticos e de formas de governar o país. Do outro, o eixo FHC-Serra promovendo o preconceito, o discurso negativo, o racha.
Não serão nem FHC nem Serra os protagonistas dos novos tempos. Será a nova geração, de Aécio Neves, Eduardo Campos, Cabral.
Tudo sobre você
Queria descobrir
Em 24hs tudo que você adora
Tudo que te faz sorrir
E num fim de semana
Tudo que você mais ama
E no prazo de um mês
Tudo que você já fez
É tanta coisa que eu não sei
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você
E até saber de cor
No fim desse semestre
O que mais te apetece
O que te cai melhor
Enfim eu saberia365 noites bastariam
Pra me explicar por que
Como isso foi acontecer
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você
Por que em tão pouco tempo
Faz tanto tempo que eu te queria
Composição: John Ulhoa - Zélia Duncan
Video: http://www.youtube.com/watch?v=GBo1GBzPSWA&feature=player_embedded
Em 24hs tudo que você adora
Tudo que te faz sorrir
E num fim de semana
Tudo que você mais ama
E no prazo de um mês
Tudo que você já fez
É tanta coisa que eu não sei
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você
E até saber de cor
No fim desse semestre
O que mais te apetece
O que te cai melhor
Enfim eu saberia365 noites bastariam
Pra me explicar por que
Como isso foi acontecer
Não sei se eu saberia
Chegar até o final do dia sem você
Por que em tão pouco tempo
Faz tanto tempo que eu te queria
Composição: John Ulhoa - Zélia Duncan
Video: http://www.youtube.com/watch?v=GBo1GBzPSWA&feature=player_embedded
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Revelação!! Engenheiros do Hawaii
Um dia vestido
De saudade viva
Faz ressucitar
Casas mal vividas
Camas repartidas
Faz se revelar
Refrão
Quando a gente tenta
De toda maneira
dele se guardar
Sentimento ilhado,
morto e amordaçado
Volta a incomodar
Quando a gente tenta
De toda maneira dele se guardar
Sentimento ilhado,
morto e amordaçado
Volta a incomodar
Volta a incomodar
Ele volta a incomodar
http://www.youtube.com/watch?v=Q28_iI5mpXI&feature=player_embedded
De saudade viva
Faz ressucitar
Casas mal vividas
Camas repartidas
Faz se revelar
Refrão
Quando a gente tenta
De toda maneira
dele se guardar
Sentimento ilhado,
morto e amordaçado
Volta a incomodar
Quando a gente tenta
De toda maneira dele se guardar
Sentimento ilhado,
morto e amordaçado
Volta a incomodar
Volta a incomodar
Ele volta a incomodar
http://www.youtube.com/watch?v=Q28_iI5mpXI&feature=player_embedded
É tão estranho!!
É estranho como a vida nos prega algumas peças...
das quais não esperamos, não imaginamos
Algumas que nos levam a creer que o mundo é bom e que todas as pessoas são felizes
outras que nos fazem pensar que nada no mundo vale a pena
ainda tem aquelas que por alguns instantes nos fazem perder o rumo
aquelas que nos deixam sem chão
aquelas que nos tiram tudo
aquelas que nos trazem tudo, ou quase tudo, ou o que pensamos ser tudo
as que são insignificantes, ou pelo menos parecem ser
as que a gente pensa ser uma coisa mas são outra
as que ninguem sabe dizer o que são
enfim... são de infinitas peças que se forma o espetáculo da vida
são de pequenas peças que formamos o quebra-cabeça de nossa tragetária
são de pedaços (peças) de coisas que juntamos ao longo da vida que chegamos ao sucesso, ou ao fracasso...
são as peças de gente que vamos levando conosco
e as peças da gente que vamos deixando com os outros que nos tornam mais fortes, ou mais fracos...
mais unidos, ou mais perdidos...
são as peças do mundo que nos fazem viver...
e existe algo mais explendido do que viver...
existe algo mais dúvidoso do que dar o proximo passo na vida...
mas são as dúvidas que nos fazem arriscar, seguir em frente
porque elas nos motivam a saciar essa falta de peças da nossa vida.
Não tenha medo de ir juntando suas peças...
mas lembre-se assim como algumas podem ser trocadas no meio do caminho
outras são insubstituiveis!
das quais não esperamos, não imaginamos
Algumas que nos levam a creer que o mundo é bom e que todas as pessoas são felizes
outras que nos fazem pensar que nada no mundo vale a pena
ainda tem aquelas que por alguns instantes nos fazem perder o rumo
aquelas que nos deixam sem chão
aquelas que nos tiram tudo
aquelas que nos trazem tudo, ou quase tudo, ou o que pensamos ser tudo
as que são insignificantes, ou pelo menos parecem ser
as que a gente pensa ser uma coisa mas são outra
as que ninguem sabe dizer o que são
enfim... são de infinitas peças que se forma o espetáculo da vida
são de pequenas peças que formamos o quebra-cabeça de nossa tragetária
são de pedaços (peças) de coisas que juntamos ao longo da vida que chegamos ao sucesso, ou ao fracasso...
são as peças de gente que vamos levando conosco
e as peças da gente que vamos deixando com os outros que nos tornam mais fortes, ou mais fracos...
mais unidos, ou mais perdidos...
são as peças do mundo que nos fazem viver...
e existe algo mais explendido do que viver...
existe algo mais dúvidoso do que dar o proximo passo na vida...
mas são as dúvidas que nos fazem arriscar, seguir em frente
porque elas nos motivam a saciar essa falta de peças da nossa vida.
Não tenha medo de ir juntando suas peças...
mas lembre-se assim como algumas podem ser trocadas no meio do caminho
outras são insubstituiveis!
Segredo!!!
Música linda do Frejat e um texto bem legal no clip vale a pena dar uma conferidinha!!!hehhehe
http://www.youtube.com/watch?v=fGRvRGLrxwg&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=fGRvRGLrxwg&feature=player_embedded
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
107 anos do tricolor dos pampas!!!!
texto Lino Tavares107 anos se completam, neste 15 de setembro de 2010, desde que um grupo de 32 abnegados desportistas reuniu-se no Salão Grau, na rua 15 de Novembro (atual José Montauri), no centro de Porto Alegre, então com 120 mil habitantes, para fundar o Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense.
Predestinado a alcançar o topo da glória, o clube tricolor dos Pampas tornou-se, nesses anos de sucessivas conquistas, uma espécie de religião professada hoje por mais de 50 por cento da população do Rio Grande do Sul, haja vista ser atualmente, segundo as pesquisas, o clube de maior torcida do Brasil, fora do eixo Rio-São Paulo.
No plano das conquistas circunscritas a fatores de caráter geográfico, o gigante Tricolor que hoje aniversaria guarda em sua galeria de glórias, no Olímpico Monumental, todos os troféus possíveis, sendo um dos raros clubes do mundo a possuir, conjuntamente, títulos inerentes à sua cidade, ao seu estado, à sua região, ao seu país, ao seu continente e ao planeta em que habita.
Desde os primórdios de sua criação, a começar pela gestão do seu primeiro presidente, Carlos Luiz Bohrer, o Mosqueteiro dos Pampas tem sido um celeiro de craques, que despontaram para a fama, cujos nomes, na sua totalidade, não se tornaria viável citar aqui. Entre esses monstros sagrados, vale lembrar – representando a todos – quatro craques emblemáticos, inseridos no contexto da história gremista: o goleiro Eurico Lara (figura lendária dos gramados do Pampa), o zagueiro lateral Everaldo Marque da Silva (tricampeão mundial), o meia atacante Ronaldo de Assis (Ronaldinho Gaúcho) duas vez eleito o melhor jogador do mundo, e o ponta Renato Portaluppi, autor dos dois gols mais bonitos da história do Mundial de Clubes, que ora “torna à casa paterna”, como treinador, para recolocar o clube que o projetou no caminho da vitória.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Poderia ter sido antes, mas foi AGORA!!
Queria ter te conhecido antes....
Antes das coisas terem acontecido,
Antes de pensarmos ser fortes,
Antes de acharmos que podemos viver uns sem os outros
Antes, muito antes...
Para que nenhum de nós estivéssemos viciados
Contaminados com uma forma errada de amor
Cheios de medos, cicatrizes e ressentimentos.
Queria ter te conhecido junto com a descoberta do que é amor
Para que eu e você soubéssemos juntos, o que realmente significa esse sentimento
Queria que tivéssemos aprendido juntos, o significado real da palavra desejo
Para que o desejo entre nós fosse sem pudor, sem medo
Para que seu corpo desejasse somente o meu e o meu almejasse o seu
E aí desejaríamos o mundo, a vida somente para nós dois
E seriamos felizes, muito felizes...
Porque nossos corpos se completariam, nossas vidas seriam perfeitas.
Queria ter te conhecido bem antes
Hoje seriamos completos
Sem medo
Sempre juntos
Porque não haveria sofrimentos
E os problemas não seriam tão grandes
Porque estaríamos juntos.
Queria ter te conhecido antes
E ter te amado unicamente e desde sempre
Ter me entregado somente a você
Para que juntos tivéssemos aprendido as lições da vida e do coração
Assim nenhum um de nós teríamos tanto medo de ser feliz juntos.
Queria ter lhe conhecido antes
E descoberto tudo com você
Antes de sermos tão sarcásticos, cheios de pudor
O ideal seria ter te conhecido quando
As esperanças, sonhos e projetos de nossas vidas começaram a nascer
As esperanças eram muitas
Os sonhos puros
E os projetos audaciosos.
Queria ter te conhecidoantes
Mas te encontrei só agora
Quando nossos corações já estão viciados
Com amores errados
Com tantas cicatrizes
Com uma imagem falsa do que é amor
Do que é felicidade
Do que é se entregar e sentir desejo de amar.
Queria ter te conhecido antes
Talvez em um outro tempo
Em que não precisássemos temer nosso futuro
Nem temer a vida
E tudo de bom que podemos viver juntos.
Queria ter te conhecido antes
Para que tudo fosse perfeito em nossas vidas
Mas mesmo tendo te conhecido só agora
Posso afirmar que meu riso é mais feliz contigo
Meu coração dispara ao te ver
Meu corpo se arrepia
Minhas mão suam frio
As pernas ficam bambas
Meus lábios te desejam
E me sinto a pessoa mais feliz do mundo.
Por isso mesmo te conhecendo somente agora
E sermos tão cheios de ressentimentos, defeitos e vícios
Você me faz feliz!!!
Poderiamos ter nos conhecido antes
Mas foi agora
E vai ser para sempre...
TE AMO VIDA!!!
Antes das coisas terem acontecido,
Antes de pensarmos ser fortes,
Antes de acharmos que podemos viver uns sem os outros
Antes, muito antes...
Para que nenhum de nós estivéssemos viciados
Contaminados com uma forma errada de amor
Cheios de medos, cicatrizes e ressentimentos.
Queria ter te conhecido junto com a descoberta do que é amor
Para que eu e você soubéssemos juntos, o que realmente significa esse sentimento
Queria que tivéssemos aprendido juntos, o significado real da palavra desejo
Para que o desejo entre nós fosse sem pudor, sem medo
Para que seu corpo desejasse somente o meu e o meu almejasse o seu
E aí desejaríamos o mundo, a vida somente para nós dois
E seriamos felizes, muito felizes...
Porque nossos corpos se completariam, nossas vidas seriam perfeitas.
Queria ter te conhecido bem antes
Hoje seriamos completos
Sem medo
Sempre juntos
Porque não haveria sofrimentos
E os problemas não seriam tão grandes
Porque estaríamos juntos.
Queria ter te conhecido antes
E ter te amado unicamente e desde sempre
Ter me entregado somente a você
Para que juntos tivéssemos aprendido as lições da vida e do coração
Assim nenhum um de nós teríamos tanto medo de ser feliz juntos.
Queria ter lhe conhecido antes
E descoberto tudo com você
Antes de sermos tão sarcásticos, cheios de pudor
O ideal seria ter te conhecido quando
As esperanças, sonhos e projetos de nossas vidas começaram a nascer
As esperanças eram muitas
Os sonhos puros
E os projetos audaciosos.
Queria ter te conhecidoantes
Mas te encontrei só agora
Quando nossos corações já estão viciados
Com amores errados
Com tantas cicatrizes
Com uma imagem falsa do que é amor
Do que é felicidade
Do que é se entregar e sentir desejo de amar.
Queria ter te conhecido antes
Talvez em um outro tempo
Em que não precisássemos temer nosso futuro
Nem temer a vida
E tudo de bom que podemos viver juntos.
Queria ter te conhecido antes
Para que tudo fosse perfeito em nossas vidas
Mas mesmo tendo te conhecido só agora
Posso afirmar que meu riso é mais feliz contigo
Meu coração dispara ao te ver
Meu corpo se arrepia
Minhas mão suam frio
As pernas ficam bambas
Meus lábios te desejam
E me sinto a pessoa mais feliz do mundo.
Por isso mesmo te conhecendo somente agora
E sermos tão cheios de ressentimentos, defeitos e vícios
Você me faz feliz!!!
Poderiamos ter nos conhecido antes
Mas foi agora
E vai ser para sempre...
TE AMO VIDA!!!
terça-feira, 29 de junho de 2010
Agenda
Sei que esse é um tipo de música brega, mas brega também é cultura...hehehhe!!!! e a letra até que é bunitinha, pelo menos eu achei e acho também que é mais uma das que tem um pouquinho a ver com o que vivo/sinto no momento.
Sei que pra você eu sou apenas mais um número
De uma agenda qualquer
Com o nome trocado pra ninguém saber quem é
E quando me atende falando de um assunto que não tem nada a ver
Já sei que está dizendo que a sua namorada está perto de você
Ninguém vai entender porque te aceito assim
Mas ficar sem você é bem pior pra mim
Conselhos de amor, cansei de escutar
Que não se apaixonou, não pode me julgar
Dizer que eu estou errada
Deixa eu errar
Pra esse amor quero me entregar
Quem sabe o meu dia vai chegar
Porque a vida sem você não faz sentido
Deixa eu tentar
É perigoso mas vou arriscar
Com toda a minha força vou lutar
Pra você ficar só comigo
Sei que você pensa que é apenas mais um número
Numa agenda qualquer
Com o nome trocado pra ninquém saber quem é
E quando eu te atendo falando de um assunto que não tem nada a ver
É que minha namorada ta sempre do meu lado
Mas eu quero você
Ninguém vai entender porque te aceito assim
Mas ficar sem você é bem pior pra mim
Conselhos de amor, cansei de escutar
Quem não se apaixonou, não pode me julgar
Dizer que estou errado
Deixa eu errar
Pra esse amor eu quero me entregar
Quem sabe o meu dia vai chegar
Porque a vida sem você não faz sentido
Deixa eu tentar
É perigoso mas vou arriscar
Com toda a minha força vou lutar
Pra poder ficar só contigo
Ornella Di Santis
tem o videozinho também se vc quizer ouvir e ver... hehehheheheh!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=kbxRq0cixzg&feature=related
Sei que pra você eu sou apenas mais um número
De uma agenda qualquer
Com o nome trocado pra ninguém saber quem é
E quando me atende falando de um assunto que não tem nada a ver
Já sei que está dizendo que a sua namorada está perto de você
Ninguém vai entender porque te aceito assim
Mas ficar sem você é bem pior pra mim
Conselhos de amor, cansei de escutar
Que não se apaixonou, não pode me julgar
Dizer que eu estou errada
Deixa eu errar
Pra esse amor quero me entregar
Quem sabe o meu dia vai chegar
Porque a vida sem você não faz sentido
Deixa eu tentar
É perigoso mas vou arriscar
Com toda a minha força vou lutar
Pra você ficar só comigo
Sei que você pensa que é apenas mais um número
Numa agenda qualquer
Com o nome trocado pra ninquém saber quem é
E quando eu te atendo falando de um assunto que não tem nada a ver
É que minha namorada ta sempre do meu lado
Mas eu quero você
Ninguém vai entender porque te aceito assim
Mas ficar sem você é bem pior pra mim
Conselhos de amor, cansei de escutar
Quem não se apaixonou, não pode me julgar
Dizer que estou errado
Deixa eu errar
Pra esse amor eu quero me entregar
Quem sabe o meu dia vai chegar
Porque a vida sem você não faz sentido
Deixa eu tentar
É perigoso mas vou arriscar
Com toda a minha força vou lutar
Pra poder ficar só contigo
Ornella Di Santis
tem o videozinho também se vc quizer ouvir e ver... hehehheheheh!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=kbxRq0cixzg&feature=related
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Pra o Meu Consumo

(Luiz Marenco)
Têm coisas que tem seu valor
Avaliado em quilates, em cifras e fins
E outras não têm o apreço
Nem pagam o preço que valem pra mim
Tenho uma velha saudade
Tenho uma velha saudade
Que levo comigo por ser companheira
E que aos olhos dos outros
Parecem desgostos por ser tão caseira
Não deixo as coisas que eu gosto
Não deixo as coisas que eu gosto
Perdidas aos olhos de quem procurar
Mas olho o mundo na volta
Achando outra coisa que eu possa gostar
Tenho amigos que o tempo
Por ser indelével, jamais separou
E ao mesmo tempo revejo
As marcas de ausência que ele me deixou..
Carrego nas costas meu mundo
Carrego nas costas meu mundo
E junto umas coisas que me fazem bem
Fazendo da minha janela
Imenso horizonte, como me convém
Daz vozes dos outros eu levo a palavra
Daz vozes dos outros eu levo a palavra
Dos sonhos dos outros eu tiro a razão
Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros
Das tantas saudades eu guardo a paixão
Sempre que eu quero, revejo meus dias
Sempre que eu quero, revejo meus dias
E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo
Mas deixo bem quietas as boas lembranças
Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...
Acho que essa música hoje mais que qualquer outro dia, está expressando o que estou sentindo...
Obra do Destino

Acho que nunca me senti assim como hoje...
Também nunca imaginei ouvir o que ouvi hoje...
E de quem...acho que é isso que faz doer mais...
E está doendo, doendo muito, é na verdade um sentimento inexplicável, confesso que não sei descrever o que estou sentindo, mas é como se o chão tivesse desaparecido, como se tudo aquilo que eu acreditava não passasse de ilusão, como se aquilo que sonhava tivesse se transformado em pesadelo, como se a vida não fosse mero ilusionismo feito por magicos...
Sei que todos temos nossos defeitos, e eu também tenho os meus, mas jamais eu conseguiria fazer mal a alguém que amo... Ah! como eu queria conseguir falar como falo as bobagens aquilo que sinto e penso, como eu queria esclarecer essas duvidas que me consomem...
Hoje por volta das 10:30hrs meu mundo caiu, como se a vida não valesse de nada e tudo o que eu sempre acreditei não passasse realmente de crença, e essa dor está me consumindo, a cada segundo que passa aumenta um pouco mais...
Eu to perdida em um lugar, onde já não é mais meu como antes, eu não sei o que fazer, por onde começar, como agir, cheguei a pensar que a melhor solução era sumir, mas sumir pra todo o sempre, deixar de lado essa vida... mas pensando melhor acho que não é essa a melhor solução...
Mas eu precisava era de você agora, você que sempre foi meu porto seguro, minha confidente, uma das pessoas que mais admiro e amo, muito mais que uma amiga... e isso acontece logo contigo, se fossem outras pessoas, mas você... É realmente como se minhas forças tivessem acabado.
Preciso encontrar uma solução... Sei que ficar aqui escrevendo não é a melhor delas, mas é a única coisa que consigo fazer no momento, tentar expressar no papel a dor que estou sentido...
Preciso pensar no que fazer, como fazer, quando, onde... é, realmente o que estou sentido é muito pior do que a dor de perder alguém para a eternidade... é como se um pedaço de mim tivesse sido não arrancado, como a gente sente quando alguém morre, mas roubado como algo precioso...
Um dia eu sei que vou recuperar, porque as pessoas não nascem amigas elas se tornam, e isso mostra que ser amigo é uma dádiva é obra do destino... E e ele nos uniu uma vez é porque nos quer juntas...
Um dia eu sei que vou recuperar, porque as pessoas não nascem amigas elas se tornam, e isso mostra que ser amigo é uma dádiva é obra do destino... E e ele nos uniu uma vez é porque nos quer juntas...
Prefiro pensar assim...
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Linda Rosa

Pior que o melhor de dois
Melhor do que sofrer depois
Se é isso que me tem o certo
A moça de sorriso aberto
Ingênua de vestido assusta
Afasta-me do ego imposto
Ouvinte claro, brilho no rosto
Abandonada por falta de gosto
Agora sei não mais reclama
Pois dores são incapazes
E pobres desses rapazes
Que tentam lhe fazer feliz
Escolha feita, inconsciente
De coração não mais roubado
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo
Pior que o melhor de dois
Melhor do que sofrer depois
Se é isso que me tem o certo
A moça de sorriso aberto
Ingênua de vestido assusta
Afasta-me do ego imposto
Ouvinte claro, brilho no rosto
Abandonada por falta de gosto
Agora sei não mais reclama
Pois dores são incapazes
E pobres desses rapazes
Que tentam lhe fazer feliz
Escolha feita, inconsciente
De coração não mais roubado
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo
Composição: Gugu Peixoto / Luis Kiari
As vezes parece que essa música fala de mim
parece que fala sobre o que eu sou e sobre o que eu sinto
pelomenos no momento
sei lá se por um instante...
Tentando remover as teias...

É faz muito tempo que nem visitava meu blog...
hehehehe!!!
faz parte sei que vou prometer alo que talvez seja impossível mas pretendo fazer mais atualizações no meu blog nem que seja pra falar piiiiiii
tem tanta gente que fala mais asneira que eu
bom galera acredito que por hoje seja isso vim para remover as teias
as teias de arranha do meu blog;
as teias que me prendem ao que eu não pretendo ser;
as teias que me amarão em coisa que não me fazem bem;
as teias que vedam meus olhos me deixando perceber somente aquilo que acredito, ser o que eu quero que seja;
as teias que não me deixam ser aquilo que sempre quis, o que sempre busquei, o que aprendi com meus pais;
as teias que me sufocam;
enfim todas as teias que sugiram em uma sociedade hipócrita que não valoriza mais as pessoas como são mas o que elas parecem ser...
que deixou valores essências da sociedade sumirem como folhas secas que o vento carrega, mas carrega para tão longe que ficam inalcansáveis, inatingiveis mesmo para aqueles que tentam mantê-las
é isso pretendo me liberta das teias de todas as teias
ainda não sei como, nem quando, nem onde
mas sei que vou conseguir ficar longe das teias que prendem a sociedade
as únicas teias que quero manter são as teias que nos tornam livres...
as teias do amor que sinto;
as teias familiares que muitas vezes são mais que laços de sangue;
as teias dos amigos que são o que existe de mais importante na vida;
as teias que fazem bem, que fazem feliz, que alegram a alma
essas eu não quero me desprender jamais...
ame tudo o que tens e "deixe tudo o que tens livre se voltarem é porque as conquistou...
se não voltarem e porque jamais as teve!!!!"
hehehehe!!!
faz parte sei que vou prometer alo que talvez seja impossível mas pretendo fazer mais atualizações no meu blog nem que seja pra falar piiiiiii
tem tanta gente que fala mais asneira que eu
bom galera acredito que por hoje seja isso vim para remover as teias
as teias de arranha do meu blog;
as teias que me prendem ao que eu não pretendo ser;
as teias que me amarão em coisa que não me fazem bem;
as teias que vedam meus olhos me deixando perceber somente aquilo que acredito, ser o que eu quero que seja;
as teias que não me deixam ser aquilo que sempre quis, o que sempre busquei, o que aprendi com meus pais;
as teias que me sufocam;
enfim todas as teias que sugiram em uma sociedade hipócrita que não valoriza mais as pessoas como são mas o que elas parecem ser...
que deixou valores essências da sociedade sumirem como folhas secas que o vento carrega, mas carrega para tão longe que ficam inalcansáveis, inatingiveis mesmo para aqueles que tentam mantê-las
é isso pretendo me liberta das teias de todas as teias
ainda não sei como, nem quando, nem onde
mas sei que vou conseguir ficar longe das teias que prendem a sociedade
as únicas teias que quero manter são as teias que nos tornam livres...
as teias do amor que sinto;
as teias familiares que muitas vezes são mais que laços de sangue;
as teias dos amigos que são o que existe de mais importante na vida;
as teias que fazem bem, que fazem feliz, que alegram a alma
essas eu não quero me desprender jamais...
ame tudo o que tens e "deixe tudo o que tens livre se voltarem é porque as conquistou...
se não voltarem e porque jamais as teve!!!!"
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