Primeiro de qualquer coisa eu queria dizer para vocês gurias que: EU AMO VOCÊS.
Depois de dito isso, digo que fiz esse blog não só para dizer isso, mas é claro que esse foi um grande incentivo, fiz o blog também para que comecem a ser escritas as páginas do nosso livro de histórias (e diga-se de passagem são muitas), nosso livro de memórias que com toda a certeza ficarão.
E depois do nosso banho de chuva na praça na tarde de ontem achei que isso jamais poderia de ser deixado de lado. Meninas estar com vocês minha família frederiquense é maravilhoso.
Tomar um banho de chuva, passar frio ou calor, rir ou chorar (raras vezes), desabafar, tocar violão na praça (a Josi e a Morgan tocam e a gente só “ajuda” a cantar), tirar foto com o Papai Noel, tirar foto no banheiro da Green, ir para o pub depois da reunião do DTG (de all’star), tomar chimarrão na praça, amanhecer na festa, subir pra casa a pé e de chinelo havaianas (descer para as festas de havaianas), fazer esquenta com caipirinha de vodka barata ou Velho Barreiro, melanchaço, fazer exercícios na academia da terceira idade, ouvir, dançar e cantar funk, eletrônica e sertanejo universitário (que hoje está na moda), amigos secretos de natal, presentes de aniversário, tudo ser motivo de festa (fazer ou ir a uma festa), as comilanças, (comidas feitas pela Josi, Dani, Céli ou Pri)... e muito mais.
Nesse meu primeiro esboço de texto o que eu quero é dizer que vocês fazem tudo aqui em FW ser melhor, vocês são as melhores amigas que alguém no mundo pode querer e eu me enalteço que tenho....
sábado, 12 de dezembro de 2009
Para as que hoje são mais que amigas
Exército De Um Homem Só
Engenheiros do Hawaii
Não importa se só tocamo primeiro acorde da canção a gente escreve o resto em linhas tortas, nas portas da percepção, em paredes de banheiro, nas folhas que o outono leva ao chão, em livros de história seremos a memória dos dias que virão(se é que eles virão).
Não importam se só tocamo primeiro verso da canção a gente escreve o resto sem muita pressa, com muita precisão. Nos interessa o que não foi impresso e continua sendo escrito à mão, escrito à luz de velas, quase na escuridão, longe da multidão.
Somos um exército(o exército de um homem só), no difícil exercício de viver em paz.
Somos um exército(o exército de um homem só), sem bandeira, sem fronteiras para defender, pra defender...
Não importa se só tocamo primeiro acorde da canção a gente escreve o restoe o resto é resto, é falsificação, é sangue falso, bang-bang italiano, suíngue falso, turista americano, livres dessa estória a nossa trajetória não precisa explicação(e não tem explicação).
Somos um exército(o exército de um homem só), no difícil exercício de viver em paz.
Somos um exército(o exército de um homem só), sem bandeira, sem fronteiras para defender, pra defender...
Não interessa o bom senso diz, não interessa o que diz o rei, se no jogo não há juiz, não há jogada fora da lei, não interessa o que diz o ditado, não interessa o que o estado diz, nós falamos outra língua, moramos em outro país.
Somos um exército(o exército de um homem só), sem bandeira, sem fronteiras para defender.
Somos um exército(o exército de um homem só). Nesse exército(o exército de um homem só), todos sabem que tanto faz, ser culpado ou ser capaz... tanto faz ...
Não importa se só tocamo primeiro acorde da canção a gente escreve o resto em linhas tortas, nas portas da percepção, em paredes de banheiro, nas folhas que o outono leva ao chão, em livros de história seremos a memória dos dias que virão(se é que eles virão).
Não importam se só tocamo primeiro verso da canção a gente escreve o resto sem muita pressa, com muita precisão. Nos interessa o que não foi impresso e continua sendo escrito à mão, escrito à luz de velas, quase na escuridão, longe da multidão.
Somos um exército(o exército de um homem só), no difícil exercício de viver em paz.
Somos um exército(o exército de um homem só), sem bandeira, sem fronteiras para defender, pra defender...
Não importa se só tocamo primeiro acorde da canção a gente escreve o restoe o resto é resto, é falsificação, é sangue falso, bang-bang italiano, suíngue falso, turista americano, livres dessa estória a nossa trajetória não precisa explicação(e não tem explicação).
Somos um exército(o exército de um homem só), no difícil exercício de viver em paz.
Somos um exército(o exército de um homem só), sem bandeira, sem fronteiras para defender, pra defender...
Não interessa o bom senso diz, não interessa o que diz o rei, se no jogo não há juiz, não há jogada fora da lei, não interessa o que diz o ditado, não interessa o que o estado diz, nós falamos outra língua, moramos em outro país.
Somos um exército(o exército de um homem só), sem bandeira, sem fronteiras para defender.
Somos um exército(o exército de um homem só). Nesse exército(o exército de um homem só), todos sabem que tanto faz, ser culpado ou ser capaz... tanto faz ...
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